sábado, janeiro 12, 2008
Para quem anda "perdido" ....
O título não tem a ver com a sucessão no BCP. Nem com a inflação a ultrapassar, pelo décimo ano consecutivo, as previsões do governo. Ou sequer com o facto dos radares de Lisboa multarem um português por minuto ou de não ter esta ano existido cerimónia na atribuição dos Globos de Ouro. Nada disso. É um exemplo do poder de síntese, no seu melhor.
E para lembra a história para trás, antes do regresso a 31.
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sábado, janeiro 05, 2008
Coisa mái linda...
Como continuo enfermo e a adiar o meu regresso ao mundo, para além do excesso de comida e de cama, tenho também, por estes dias, consumido televisão, prazer que reservo somente para estas ocasiões e onde espreito normalmente aquilo que me passa ao lado quando estou porreiro.Bem melhor do que acompanhar as tragédias de início de ano (como a crise do banco de Portugal, o drama dos fumadores, naufrágios vários e outras infelicidades que tal), é encontrar esta carinha laroca aos serões.
A Betty é a minha companhia ideal para lidar com a gripe do ano novo.
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segunda-feira, outubro 01, 2007
Setembro e as seasons

Tudo quanto é série de televisão regressou este mês aos canais americanos.
Eis o calendário:
17) "Prision Break"(3)
24) "Heroes"(2)
27) "Grey´s Anatomy"(4)
30) "Brothers and sisters"(2)
"Desperate housewifes"(4).
Não há tédio que resista a tanta oferta, mas há que ser paciente e aguardar pela cereja no topo do bolo:
"Batlestar Galactica"(4) e "Lost"(4) estão prometidos apenas para 2008.
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quinta-feira, setembro 20, 2007
Os novos "perdidos"
sexta-feira, setembro 07, 2007
Heróis da Tv

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quarta-feira, junho 27, 2007
LOL
Matt Lucas e David Walliams, dois ingleses, são actualmente os comediantes mais bem pagos no Reino Unido á custa desta série onde criaram uma genial galeria de personagens: a grotesca Bublles, que deambola eternamente por SPA´s; a traveca Emily; a delinquente juvenil Vicky Pollard; a monocordica Anne; a "expert" em emagrecimento Marjorie; Daffyd, o rapaz que teima em ser o único gay da vila e por aí fora.Os fãns aumentam de dia para dia e entre estes estão os Pet Shop Boys (protagonizaram o video-clip de "I´m with stupid"), os gatos fedorentos e até Herman José.
Desde o genérico ("Britain, britain, Britain...") que se começa a arreganhar a taxa. A meio dum episódio, já não há soro lacrimal no reservatório e no fim, a voz foi-se á custa das gargalhadas.
É um serão fantástico juntar meia dúzia de malta e rir a bandeiras despregadas.
(e se no dia seguinte, ao invés de dizer "não", lhe sair um "the computer says no", não se admire. É da ressaca!)
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segunda-feira, junho 04, 2007
Atropelamentos
A terceira série, despachada quase em maratona, acabou ontem.A "Anatomia de Grey" - diz-me quem sabe e concordo - tem os melhores argumentistas das actuais séries de televisão.
Para além disso, tem também a rara capacidade de aliar músicas-chave á narrativa, criando momentos únicos e que perduram. Os Snow Patrol já tinham ido para a prateleira há uns tempos mas, hoje voltaram á memória, ainda por cima, com um tema que nem sequer traz recordações muito confortáveis. "Chasing cars" continua a ter o efeito de ser atropelado por um Jumbo. As grandes séries são assim. As grandes músicas também.
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segunda-feira, maio 28, 2007
Search for the hero
Ver a série do momento é o equivalente televisivo de ler um bom Comic Book.
A premissa do novo trunfo da NBC é muito simples: de repente, em todo o mundo, várias pessoas descobrem que têm capacidades fora do comum. E mesmo sem se conhecerem, vão constatar, aos poucos, que o seus destinos estão inter-ligados.
"Heroes" mostra, de um jeito bastante acessível, como é que se transcende a mundaneidade sem que, para tal, seja requisito obrigatório um poder especial (como prova o amigo de Hiro Nakamura, qualquer um pode ser um herói, à sua maneira).
A coqueluche (ou o "geek") de serviço é indescutivelmente o japonês rechochudo, mas a galeria de benfeitores inclui, entre outros, personagens que voam, que têm dupla personalidade, que falam com máquinas, atravessam paredes, se auto-regeneram ou que até ouvem pensamentos.
Para os fiéis leitores da “nona arte”, há constantes piscadelas de olho e seduções matreiras: Peter Petrelli (personagem central) lembra Peter Parker; o vilão de serviço, na sua identidade civil, parece Clark Kent; o cientista da série tem o mesmo papel do professor Xavier. E as comparações continuam.
Mas há mais, muito mais BD por aqui:
um dos consultores executivos da série é Jeph Loeb (escritor consagrado nos Comics) que convidou o seu habitual “partner in crime” Tim Sale (desenhador) para dar corpo ás pranchas de Isac Mendez, o pintor que vê o futuro.
Mais: o ancião Stan Lee faz uma “cameo” ao conduzir um autocarro e um empregado de loja chama-se Claremont, numa alusão ao mentor dos X-Men. De resto, a influência dos mutantes da Marvel na criação da série é demasiado óbvia, sobretudo quando alguém viaja para o futuro numa tentativa de tentar mudar o presente. A ideia não é nada mais do que a reciclagem da saga “Days of the future
present”, que posteriormente influênciou James Cameron no seu “Terminator".
Outras curiosidades: o pai do “time traveller” Hiro é na verdade, o seu pai na vida real e não é outro senão o Sr. Sulu da nave “Enterprise”.
De detalhe em detalhe, tudo aqui respira BD. Desde os planos de câmera, á estrutura narrativa dos episódios, passando pelo lettering do títulos de cada um deles. O resultado é bom e até mesmo quem já viu (leu) isto, acaba rendido.
Em Setembro, retomam o fôlego para uma segunda época, na mesma altura em que será compliado o primeiro tomo em dvd.
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sexta-feira, maio 25, 2007
You don´t know Jack ...

LOST. Season 3 Final.
O fecho da terceira série, com um óbito e a antevisão de um futuro miserável, lembra que não há amor como o primeiro. Ou a primeira, neste caso.
Recorda-se a "Promo" da primeira temporada, assinada por David Lachapelle, em exclusivo para o "Chanel 4" do Reino Unido e com os Portishead por baixo.
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segunda-feira, maio 14, 2007
Love me do
Também neste campeonato, as séries de tv recentes continuam a bater aos pontos o cinema.
Desde a brilhante introdução de "Sete palmos" a "Carnival", passando por outros como "Nip Tuck" e "Donas de casa", há verdadeiras maravilhas que duram apenas uma fracção de segundos mas que enchem o olho.
Por esta altura, não é segredo para ninguém o meu recente vicio em séries televisivas e, pela primeira vez, o progressivo afastamento das salas de cinema, ditado em grande parte, por uma leque de ofertas pouco interessante mas sobretudo, pelo acréscimo de pipocas, ecrãs de telémóveis reluzentes e barulho de fundo nas salas.
Hoje estreia mais uma nova proposta no dvd lá de casa onde impera um civismo mais tradicional.
A série chama-se "Big Love" e tem uma premissa curiosa: abordar em 2000 a poligamia de uma forma original, centrando a história num casal onde não há uma, mas três esposas.
Também aqui há, novamente, a questão do genérico ...
E o que se pode esperar, senão o melhor, de uma série que começa com a maior música de sempre dos Beach Boys?
quarta-feira, maio 02, 2007
Serviço público

Esta série, da autoria de António Barreto e realizada por Joana Pontes, é um retrato da sociedade portuguesa contemporânea e tenta responder às perguntas mais simples: Quem somos? Onde vivemos? Como trabalhamos? Que saúde, que educação e que justiça temos?
Para isso, recorre-se à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinham-se especialmente as grandes mudanças ocorridas desde então.
É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos.
Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente.
São sete documentários, exibidos desde Março não canal 1 da RTP.
É um trabalho notável, desde a pesquisa á montagem, passando pela música original de Rodrigo Leão que será futuramente comercializada.
Também a série será reposta no final do ano, antes do seu lançamento em dvd.
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terça-feira, abril 24, 2007
Até já ...
quinta-feira, abril 05, 2007
A ilha misteriosa

Num autêntica novela em aberto, já com final á vista (tudo terá de estar concluído em dois anos, na quinta série), até a própria cadeia de televisão que a patrocina brinca e sugere um possível (mas improvável) desfecho.
Um mimo...
http://www.youtube.com/watch?v=G2eWD9PgezU
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sábado, fevereiro 10, 2007
Done.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Boa onda

Um rufia desgraçado, farto da vida miserável que leva, decide (no presente) corrigir os erros do passado, praticando boas acções a todos aqueles que lesou, esperando com isso ter melhor sorte de futuro.
Nesta viagem de remissão, é acompanhado pelo irmão (um brutamontes com idade mental duma criança de 10 anos). A reboque anda também a ex-mulher (com quem casou bêbado na noite em que conheceu), um amigo (com quem a mulher o atraiçoa) e uma hospedeira de um motel (uma emigrante ilegal por quem o irmão se baba).
Em traços largos (há mais!), esta é a premissa da primeira série que me aterra no dvd em 2007.
Os episódios são curtos, a galeria de personagens secundárias é hilariante,a ideia original e o humor é inteligente q.b.
A primeira temporada está despachada e o último episódio é de ir ás lágrimas.
Nada como começar o ano com umas valentes gargalhadas e um sorriso.
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quarta-feira, dezembro 06, 2006
House rules

Vi hoje, por acaso e pela primeira vez na tv, o médico da moda no pequeno ecrã nacional.
Como tenho andado entretido com outras séries estrangeiras, descuidei esta.
Gostei do aperitivo e parece-me que se perspectiva novo vício televisivo.
Agora é começar tudo do zero e marcar consulta ... em dvd.
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domingo, novembro 26, 2006
Troposfera

Á boleia do "Pedro", resgato "Angels in America", a adaptação em seis episódios (de uma hora) da peça premiada de Tony Kushner.
Fala da América conservadora dos anos 80 e do aparecimento do flagelo da Sida que começa a fazer-se notar nos vários escalões da sociedade, desde os cidadãos mais anónimos como Prior Walter e o seu companheiro Lou, até a personalidades influentes como Roy Cohn. No entanto, o impacto devastador da Sida no tecido social dos EUA é apenas o pretexto para se tecerem considerações sobre a vida, sobre os porquês que nunca chegam, no fundo, como seguir em frente.
É uma narrativa chocante, pungente e onírica sobre a vida e as relações interpessoais.
O naipe de actores (que, nalguns casos, se desdobram em personagens vários ) é insuperável, as interpretações irrepreensiveis, os textos soberbos, a direcção de Mike Nichols eficaz e a música de Thomas Newman, como sempre, perfeita. Tudo funciona, do principio ao fim.
Na hora da despedida, fica (novamente) uma sensação estranha..
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quinta-feira, novembro 16, 2006
Corta!
Ainda os cirurgiões...A tvi estreia amanhã a sua nova aposta.
(em Queluz de baixo, alguém está atento ao "Nip Tuck").
"Doutor, preciso de ajuda!" podia ser outro circo mas não: é um espectáculo gratuito onde a cirurgia plástica é apresentada como o remédio para todos os males.
Os concorrentes vão á faca e as várias fases da operação são depois mostradas ao telespectador.
Ainda mais estranho que isto é o facto de médicos profissionais do sector darem a cara e emprestarem o nome a tão prestigiado evento a troco de meia dúzia de bisturis.
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Gira e boa
Eis mais uma loira da televisão, só que boazinha.Em “Nip Tuck”, a série que retrata o dia a dia de dois cirurgiões plásticos, Júlia McNamara é a esposa de um deles.
Na actual quarta temporada, o seu terceiro filho vem ao mundo com uma deficiência.
Na vida real, os hospitais e cirurgiões também fazem parte da vida da actriz inglesa.
A sua única filha, de 15 anos, está prestes a enfrentar novas cirurgias (múltiplas) devido a uma doença rara que cria problemas de circulação nas veias e que lhe foi diagnosticada com um ano de idade.
A quarta série foi construída em torno deste seu problema e do dilema da actriz em abandonar ou não a série para se dedicar de tempo inteiro ao problema.
No episódio transmitido esta semana, os personagens foram projectados 20 anos no tempo e Connor McNamara enfrenta outra operação, com o casamento dos pais novamente numa encruzilhada.
Esta foi a última prestação de Joely Richardson, que troca agora a ficção pela dura realidade.
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Grossas e más


A Juliet de "Lost" e a capitã D´Anna de "Galactica" são ambas loiras, terríveis e tentadoras.
Antes do estrelato,a primeira fazia comédias como "Santa Clause" enquanto a segunda já foi uma princesa guerreira na televisão (Xena), levando o mulherio á histeria.
Ficam ambas melhor assim.
Há males que vem por bem.
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